Fora da Matrix

Inteligência Artificial. Computação Cognitiva. Big Data. Redes Neurais. Realidade Virtual. Realidade Aumentada. Biometria e Reconhecimento Facial. Segurança Digital. Anonimato nas redes. Robótica militar. Assistentes virtuais. Internet das coisas. Drones autônomos. Criptomoedas. São assuntos que dominam as atenções e preocupações pelo mundo afora… só que não é toda hora que você ouve falar sobre esses assuntos nas “telinhas” da nossa amada pátria Bananésia por aí, ou quando liga o rádio. Por que será?

Caros amigos leitores, permitam que eu me apresente. Sou Fred Correa, jornalista. Sou, juntamente com vocês, mais um desbravador deste nosso novo mundo!

IT’S REVOLUTION, BABY!

A Humanidade já passou por várias revoluções. A primeira Grande Revolução, foi há cerca de 12 mil anos, no período Neolítico: a Revolução Agrícola, que teve consequências sociais e políticas irreversíveis, como o fim do nomadismo e a fixação dos humanos em sociedades organizadas. A segunda Grande Revolução, ocorreu na segunda metade do século dezenove e foi a Revolução Industrial, responsável pelo surgimento da produção em massa e pela maior oferta e disponibilidade dos bens de consumo. Embora já tenham se passado talvez pouco mais de 50 anos desde seu início, estamos protagonizando apenas o alvorecer, de talvez a derradeira, definitiva e mais importante Revolução da Humanidade, filha em linhagem direta da anterior: a Grande Revolução Digital, ou Revolução da Informação. A velocidade das transformações e inovações aumenta a cada fração de segundo, inicialmente, como consequência da “Lei de Moore”, enunciada no final do século passado, segundo a qual o número de semicondutores num circuito integrado dobra a cada dois anos. De maneira análoga, hoje, a evolução do mundo digital se desenrola em progressão exponencial, cujo expoente também obedece a uma progressão. E aqui estamos nós, órfãos em meio a esta nova Grande Revolução, que transforma cada vez mais velozmente os rumos, os ritmos e os destinos da Humanidade e influi de maneira decisiva no nosso atual estilo de vida, em comparação com aquele que existia há não muito tempo, como há 20 ou mesmo há 10 anos. Hoje não mais somos agentes destas transformações, nem sequer somos alvo delas, somos apenas um mero produto delas.

Acorde!

Já estamos no amanhã, até mesmo um pouco além do futuro preconizado pela fantasia. A maioria dos ícones futurológicos consagrados pela ficção, hoje já se consubstanciou! O próprio Big Brother, do livro “1984” de George Orwell, nos observa neste exato momento, literalmente. A SKYNET, rede neural inteligente, onipresente e, acima de tudo, autoconsciente, prevista de uma ou outra forma, em inúmeras obras de ficção, sendo as mais populares delas as obras da franquia “O Exterminador Do Futuro”, está a poucos passos de se tornar realidade – embora ela sequer terá um nome – graças ao constante aperfeiçoamento da IA, de sua capacidade de aprendizagem e dos seus meios de interação com as bases de dados e com o mundo físico. Ponto em que começam a sobrar fascínio, dúvidas e temores. Surgem questões, como: estarão num futuro próximo, o comando político e a gestão pública de nações, nas mãos de uma rede de Inteligência Artificial global ditatorial? Algum dia será dado a uma consciência artificial onipresente o poder de elaborar, promulgar e zelar pelo cumprimento de leis, através de meios robóticos, controlando assim, a vida dos seres humanos? Nós, humanos, concordaremos em nos submeter e acatar uma IA paternalista, que se presumirá sabedora daquilo que é melhor para nós, seus criadores humanos?

A verdade está lá fora

Então, vamos juntos aqui, atravessar limites impostos por idiomas e políticas e romper o cabresto que nos foi colocado pela pseudocultura nacional manipuladora da opinião pública, imposto pela mídia de massa e, examinaremos então, problemas e assuntos que tem sido ingênua e equivocadamente desvinculados do nosso cotidiano e que tem sido objeto da indiferença ou, simplesmente da mais impávida manipulação dos meios de comunicação, subordinados a sombrios interesses; é uma mídia que impõe um verdadeiro bloqueio cultural e informacional, priorizando a veiculação de amenidades, platitudes e banalidades fúteis, filtrando as agudas questões do cenário global, impedindo assim, que o ambiente intelectual nacional se inteire das graves instâncias ligadas à Revolução Digital; questões que são, neste exato momento, objeto da mais severa preocupação de governos, líderes de nações, instituições acadêmicas e autoridades mundiais e que há tempos ocupam as principais manchetes ao redor do globo, enquanto pouca gente por aqui mal se dá conta.

E se eu te disser que…

…praticamente tudo o que a mídia de massa te traz sobre a Era da Informação é baseado numa estratégia diversionária? Informação isenta e de ponta, vocês só vão encontrar aqui, no CaveiraTech! Todos nós precisamos tomar uma espécie de “pílula vermelha”, para quebrarmos juntos as barreiras desinformacionais e estudarmos as origens das questões, examinando as alternativas e as formas como poderemos nos beneficiar ao máximo desta Grande Revolução, ou até nos rebelarmos contra ela! A GRD agora se encontra num novo estágio de aceleração, com os recentes avanços da IA, da Internet das Coisas e da Computação Cognitiva. Falaremos de absolutamente tudo um pouco por aqui, desde por exemplo, um novo pendrive com motivos infantis ou um novo app Android para estilização de selfies, até sobre técnicas de terrorismo digital utilizando bombardeamento contra data centers institucionais através de ransomwares; sobre protocolos avançados de anonimização na rede; sobre a expansão das bases de Big Data abastecidas pela coleta de dados digitais individuais incluindo dados biométricos e dados de redes sociais, reconhecimento facial e biometria; sobre criptomoedas, sua origem, seus propósitos ocultos, seus riscos e oportunidades… e sobre muito mais!

Enfim, é um vasto mundo de inovações, é uma grande e fascinante Grande Revolução Digital! Venham comigo!

Obrigado pela atenção e sejam bem-vindos ao FORA DA MATRIX!